O Crepúsculo da Existência - A286

O Crepúsculo da Existência - A286

  • Rok wydania: 2015
  • Język: portugalski
  • Czas trwania: 4:51

Poniżej tekst piosenki O Crepúsculo da Existência , wykonawca - A286 z tłumaczeniem

Tekst piosenki „ O Crepúsculo da Existência ”

Oryginalny tekst z tłumaczeniem

O Crepúsculo da Existência

A286

— Fio, se que tá ai fi?

Traz um copo de água pro pai.

Traz um copo de água pro

pai, por favor.

É você que tá ai?

— Caralho mano de novo tio.

Porra vai tomar no cu.

Não enche o saco velho do

caralho.

Fica de boa ai, vai dormir um pouco caralho!

Alguém devolva o meu sorriso, me tira dessa cama

Honra o que me disse um dia, prova que me ama vai

Quero sentir minhas pernas, bater uma bola

Cola em qualquer bote, jogar conversa fora

Não foi possível, nem fala que me entende

Se nunca se viu por um copo de água dependente

Com a mente saudável e o corpo vegetando

Dependendo de você pra comer e tomar banho

Se não é pelas vizinhas e sua compaixão

Já tava morto nessa porra podre de infecção

No mesmo colchão com as fraldas transbordando bosta

Na mesma posição, com a pele morta

De que vale ter vida do pescoço pra cima?

Só pras decepção me matar dia após dia

Hoje meu sonho é ver o demônio me levando

Só pra não te ver fi de novo reclamando

Eu não tinha esse corpo, esse braço tão fraco

Eu não tinha esse rosto esse desgosto amargo

Eu não tinha esses olhos cansados

Em que espelho eu deixei meu sorriso?

Aonde estão aqueles que no colo abriguei?

Pra alimentar nem comi e mais que de mim cuidei

Dediquei a vida em prol do seu sorriso, olha

Sem querer nada em troca

E agora o olfato que tanto privei de qualquer cheiro mau

Fecha a porta pra não sentir o odor do corpo com 1 banho mensal

Finge não ver o cansaço que que involuntário expressei

Olhos que tantas lágrimas enxuguei

As sobras do almoço fria do lado da cama

Nem as baratas e as formigas livraram de virar a janta

Senhor me faz dormir pra suportar a dor das pernas

Já que toda vez «me arruma» é sinônimo de guerra

TV ligada baixa onde nada se vê passar

Define bem a preocupação com meu bem estar

Dispensa as flores do caixão não vai fazer sentido

Após morrer de decepção tentando esquecer que foi esquecido

Eu não tinha esse corpo, esse braço tão fraco

Eu não tinha esse rosto esse desgosto amargo

Eu não tinha esses olhos cansados

Em que espelho eu deixei meu sorriso?

A tempos ninguém trazia flor com palavra de amor

E tudo se resume em dor de saudade do que sonhou

E o ato fraternal familiar o abraço

Só ficou conservado no quadro empoeirado

Mas se pudesse ouvir sabia que perdoou os socos

As mãos com os mesmos traços que a minha apertando meu pescoço

Que sua ausência doía mais que ingratidão

Quando não dava de propósito o remédio pro coração

Se um dia a vida te crucificar na cama se suicida

A melhor idade é mentira, é geração esquecida

Não importa sua sabedoria é sem utilidade

E só não te internam por falta de oportunidade

Mas se soubesse a dor do abandono meu

Que um dia fui como você e amanhã será como eu

Pede pra Deus te levar na facada ou baleado

Antes que aquele que cê deu a vida te mata esquecido num quarto

Eu não tinha esse corpo, esse braço tão fraco

Eu não tinha esse rosto esse desgosto amargo

Eu não tinha esses olhos cansados

Em que espelho eu deixei meu sorriso?

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