Sempre Disse - Subtil

Sempre Disse - Subtil

  • Rok wydania: 2021
  • Język: portugalski
  • Czas trwania: 4:04

Poniżej tekst piosenki Sempre Disse , wykonawca - Subtil z tłumaczeniem

Tekst piosenki „ Sempre Disse ”

Oryginalny tekst z tłumaczeniem

Sempre Disse

Subtil

A minha mãe sempre o disse, pediu-me para ganhar juízo

No dia em que o conseguisse, a vida sorriria para mim

Todos os dias penso nisso, corro atrás do prejuízo

O tempo que achas que eu desperdiço na música, é parte de ti

É parte de mim, parte de nós todos, Deus sabe

Que não sou nenhum santo e tanto te tenho preocupado

A rebeldia está no sangue, o avô que viva abençoando

Quando eu crescer e for grand alguém vai cantar o meu fado

Meu pai saturado de tudo todos

Olha somos dois contra tudo e todos

Tu a favor dos sindicatos

E eu farto de trabalhar para os outros

Falam na humildade sem serem humildes

Ao ponto de aceitarem que estão errados e que nunca foram livres

Nunca foram os livros a trazer conhecimento

E hoje só um ourives reconhece o meu talento

Ouro em estado bruto, meu puto 24 quilates

Sempre dei o dobro por tudo e o couro pelos rapazes

A cara pela família, a mobília do meu quarto

A Bíblia da minha avó, o meu avô num saco

Lençol branco, tipo a vida pediu tréguas

Ele era um Santo mas hoje canto para as trevas

Nunca me custou tanto vestir preto e branco

Garanto foi perturbante mas ya a vida tem destas merdas

O ciclo tem estas regras, não és tu que quebras o mito

Não é bonito viver às cegas, mas tu não negas conflito

No fim destas guerras o jardim fica despido

E eu espero que alguém me diga qual das capelas visito

Muitos dizem «João tu nunca nos deste ouvidos»

Mas mesmo em tempos fodidos eu dei-vos a mão

Dei tudo de coração a uma data de amigos

Que até à data não sei onde estão

A minha mãe sempre o disse

«Amigos cuidado com isso»

E por falar nisso, eu vi bem quem é que lá estava

Se não fosse a minha família nos momentos de aperto

De certeza não era o rap que me salvava

Andava de cabeça na Lua

Nem reparava que a culpa não era tua

Mas sim do que eu fumava

Fumo todos os dias senão não durmo

Isto não é um vício é só erva prensada

Enrolada em mortalhas de arroz, mas são as falhas de hoje

Que amanhã fazem diferença

Mas amanhã lembram-se e legalizam isto tipo

Que sofremos todos duma doença

Manipulam tudo aquilo que vês, eu preferia ver mal

Tudo aquilo que lês na periferia tem outro final

O fim do mês dura uma semana e tal

Pago as contas e a balança digital perde o sinal

Tem peso a mais, vê-se que vais

Por caminhos onde a ganância faz danos colaterais

Cá na zona os vizinhos sempre souberam mais

Da vida dos outros, dos poucos que lhes chamam pais

Onde é que vais?

Ainda cais da ponte

Segue os sinais verticais e pronto

Ondas e vibes nunca são demais ao ponto

De eu querer ser mais e mais até ficar perto da fonte

Debaixo da ponte

Eu sempre quis mais que uma vista para o horizonte

Sempre quis mais por mais que não tivesse pronto

Sempre fui o mesmo por mais que isso te desaponte

E continuarei igual para que a história assim se conte

A minha mãe sempre o disse, pediu-me para ganhar juízo

No dia em que o conseguisse, a vida sorriria para mim

Todos os dias penso nisso, corro atrás do prejuízo

O tempo que achas que eu desperdiço na música, é parte de ti

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Subtil • 2021

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