Pelo Meu Prisma - Reflect

Pelo Meu Prisma - Reflect

  • Rok wydania: 2008
  • Język: portugalski
  • Czas trwania: 4:16

Poniżej tekst piosenki Pelo Meu Prisma , wykonawca - Reflect z tłumaczeniem

Tekst piosenki „ Pelo Meu Prisma ”

Oryginalny tekst z tłumaczeniem

Pelo Meu Prisma

Reflect

Permaneci calado no meu canto a observar

Paciente e confiante que a minha hora ia chegar

Estudei o mundo à minha volta, formulei teorias

Tirei conclusões de visões que nem conhecias

Enclausurei e censurei a minha própria opinião

E tenho medo da intensidade que capta o meu coração

Protegi-me da falsidade atrás de um olhar sombrio

Simpatia foi coberta por este discurso frio

Foram saídas nocturnas trocadas por reflexão

Madrugadas em que divaguei criei opinião

Espectador mais que atento, a perspectiva é invejável

E o escudo que criei à minha volta impenetrável

Sentado e parado vi o mundo a girar

Mas sou eu quem o tem na mão, gira até eu deixar

Eu sou dono do que posso e patrão do que pude

E ainda bem que tenho dois olhos porque um deles não se ilude

Fecho os olhos e tudo desvanece

Despeço-me da dor e ela não desaparece

Fecho os punhos, tento ter a força p’ra lutar

Fecho os olhos e tudo desvanece

Despeço-me da dor, mas ela não desaparece

Decorei as tuas falhas e estudei as qualidades

Resumi situações e comparei reacções

Vi lógica nas emoções em impulsos controlados

Descodifiquei demasiados sorrisos comprados

Viajei na razão à procura de respostas

Para as perguntas que ainda nem eram supostas

.Percebes agora o porquê do afastamento?

Precisei de estar fora para ver melhor por dentro

O silêncio no olhar refugia a segurança

Mas o peso do orgulho desequilibra a balança

E pensarás que é doentia a filosofia descritiva

Mas quem foi o melhor narrador nesta narrativa?

Eu pago o preço de querer ser o que nunca existiu

E fotografo o desespero de quem não lhe resistiu

E continuo a bailar com uma máscara obsoleta

Impune e superior como o que escrevo nesta letra

Sou o pesadelo que ecoa na tua cabeça quando te deitas

A ignorância que respiras e liberdade que não respeitas

Esquece a revolução, cultiva a educação

Memoriza o tom de Abril que libertou uma nação

Eu tiro as conclusões que este povo não quer ver

Vives demasiado ocupado a ser aquilo que não queres ser?

Sou a vontade acumulada, p’ra gritar não há coragem

Permaneço voz calada de um sonho em miragem

Vejo retratos da minha vida neste corredor cinzento

Em molduras que 'tão gastas pelo passar do tempo

Isto é o regresso ao passado à casa onde cresci

Ainda tenho areia no bolso de brincar naquele jardim

Justifico a apatia que sempre me questionaste

Aqui tens a explicação que tanto procuraste

Não sou menos que ninguém, não sou mais que ninguém

Sou a morte depois da vida, espera por mim no além

Inne utwory tego artysty:

1

Heaven's Playground

Jahrock'n Productions, Rock, Reflect • 2006

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