DNA - Rashid

DNA - Rashid

  • Rok wydania: 2016
  • Język: portugalski
  • Czas trwania: 4:01

Poniżej tekst piosenki DNA , wykonawca - Rashid z tłumaczeniem

Tekst piosenki „ DNA ”

Oryginalny tekst z tłumaczeniem

DNA

Rashid

Tá no meu peito, no sangue, na raça

Tá no meu jeito, do bang, da massa

Na graça, e isso não vão me arrancar

Não culpe o mundo

Tô sabendo, nasci das cinzas, pra elas vou voltar

Só me recuso a ficar por lá

Estilo Nausicaa, só pra burlar o senso comum

Denso, pra marcar uma geração, tipo Doom

Somos todos Lupita na capa da People

Ofensa pros bico e madames na lipo

Honesto, onde geral quer ser esperto

Mas quem sobe pelo motivo errado, cai pelo motivo certo

Ok?

Cultivei a ginga no meu Jazz

Do tempo dos meus pais o viés

Hoje tem entrevistas até pra TV, firmeza, nego?

Pra quem mal arrumava uma de emprego

Original do morro, pique Mussum

Pra tirar quem tem fome de mudança do jejum

Sofri e sou free, morô, fi?

E cada frase me retrata, é minha selfie

É isso

Tá no meu peito, no sangue, na raça

Tá no meu jeito, do bang, da massa

Na graça, e isso não vão me arrancar

Não culpe o mundo

Tá no meu peito, no sangue, na raça

Tá no meu jeito, do bang, da massa

Na graça e isso não vão me arrancar

Não culpe o mundo, tá no meu DNA

Vim de onde a esperança dá em pés

E faz de cada um camisa 10

Num mundo tão desigual, nosso riso consterna

A beleza do samba composto com as pernas

A melodia bamba, em campo a fama brava, palma

Choro camba, grito que lava a alma

E a vida Severina, pauleira

Trouxe a poesia mais bonita pra portar nossa bandeira

Somos na prática a ciência de resistir

Pra que não se perca a essência de existir

Nosso canto é pique praga nos pomares

Onde surgirão quantos «Neymares»?

Quantos Palmares?

Populares e o sol à pino

Mas do que nunca desistir, tô sempre insistindo

E nossa matemática irrita o clero

Porque a gente multiplica memo partindo do zero

Tá no meu peito, no sangue, na raça

Tá no meu jeito, do bang, da massa

Na graça, e isso não vão me arrancar

Não culpe o mundo

Tá no meu peito, no sangue, na raça

Tá no meu jeito, do bang, da massa

Na graça e isso não vão me arrancar

Não culpe o mundo, tá no meu DNA!

Ser tradição igual a Lapa

Vou marcar minha quebrada no seu mapa, tendeu rapa?

Devagarin', no sapatin'

Porque minha revolução começa em mim

Com a capacidade de subir um castelo a partir dos madeirite

Desde 90 e poucos somos dinamite

Meu povo luta a gerações febris

Disso eu sou fruto, mas também sou raiz

Aí, é nossa terra à vista

Bela como essa gente otimista

De garra, de força que é barra na pista

E quem não enxerga isso precisa urgentemente de um oculista

Tá no meu peito, no sangue, na raça

Tá no meu jeito, do bang, da massa

Na graça e isso não vão me arrancar

Não culpe o mundo, tá no meu DNA

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