Ninho Pt. I - Käp

Ninho Pt. I - Käp

  • Rok wydania: 2015
  • Język: portugalski
  • Czas trwania: 3:48

Poniżej tekst piosenki Ninho Pt. I , wykonawca - Käp z tłumaczeniem

Tekst piosenki „ Ninho Pt. I ”

Oryginalny tekst z tłumaczeniem

Ninho Pt. I

Käp

Não estou vazio mas estou quase

E quase que ficavas aqui a puxar-me pelo braço

E quase que semeava a semente no nosso vaso

À espera que algo crescesse e que a terra nos desse asas

Mas eu vou agora nem que voe sozinho

O meu voo é agora, concordas?

voa comigo

E já estou à nora e a hora é de partir

Porque eu sou quem chora, decora que eu estive aqui

Colora tudo o que vês que a aurora é quando sorris

Pouco me importa se fechas a porta se eu não tenho bis

Dentro de mim tenho tão pouco que se o vento soprar

Eu não duvido que sigo para outro lugar

Mas a força da inércia tem bem mais peso e pesa

Bem mais que o dobro que outras vontade que eu tenha

E que força é essa capaz de dar brilho à Terra e à Lua

Trazer-te calma e nua para que na noite escura

Eu te descubra ao meu lado adormecida pelo amor

E te cubra com o meu lado do cobertor

E aquilo que eu te podia dar era pouco

Sabendo que como um todo era maior que algum dos outros

Magoas-me por não ser o escolhido para ser magoado

E a insegurança é fruto de não me poder segurar

A nada que seja teu, à tralha que te pertence

Deitada naquilo que é meu e há coisas que não se esquece

Eu esqueço que já tive a tua mão

Larguei-a porque eu só fiz parte da tua depressão

Nada mais e nada menos, caímos na confusão que criámos

Por só vermos o que sentimos como enganos

Talvez o erro fosse meu e eu não tenha visto

Estou certo que foste a melhor coisa que eu nunca tive

Eu tentei mas deram-te asas só a ti

E agora só sobro eu e a paixão aqui no ninho

Não estou vazio mas estou quase

Não estou vazio mas estou quase

Não estou vazio mas estou quase

E tão quase e tão quase

Não estou sozinho mas estou quase

Não estou sozinho mas estou quase

Não estou sozinho mas estou quase

E tão quase e tão quase

Aproveita que é Primavera e voa como as outras aves

Que as asas que tens derretam com o calor com que sonhaste

E que te sintas derrotada e obrigada a ter que voltar à pata

Que ponderada e sensata isso tu não és nada

Não tarda a gente vê-se, vais estar de mão dada e que esse

Corpo agarrado ao teu nunca te vire do avesso

Porque o gesso não concerta tudo e quão certa tu estás

Ao saber que o corpo fecha mas a mente jamais cicatriza completamente

Não entres nem que eu tenha a porta aberta

E a merda em que eu penso me deixe com a língua entre os dentes

Não é que eu já não pense em ti, esqueça o que eu senti

Esquece aquilo que eu sou sem ti, se desse fazia sentido

Mas por agora faço o que me faz levantar

Caso contrário antes morto a estar calado e contrariado

Só queria voar tão alto, para fora do mundo

E talvez se tivesse contigo só fosse ficar deitado, não sei

Nunca digas a ninguém que não podes ajudar

Enquanto souberes sorrir tens sempre muito para dar

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