Estátuas Choram - BCK, Devil

Estátuas Choram - BCK, Devil

  • Rok wydania: 2015
  • Język: portugalski
  • Czas trwania: 5:06

Poniżej tekst piosenki Estátuas Choram , wykonawca - BCK, Devil z tłumaczeniem

Tekst piosenki „ Estátuas Choram ”

Oryginalny tekst z tłumaczeniem

Estátuas Choram

BCK, Devil

Por que estátuas choram?

se torna fácil deduzir

Se choram é porque sua estrutura

Já não as permitem mais sorrir

Não vou mentir, elas me amedrontam sim

O tempo todo parece que tão olhando pra mim

Aliás, de pensamentos valiosos

Constato que os olhares delas são os mais misteriosos

Do que de qualquer um, ser humano comum

Elas já ficam aprisionadas

De expressar sentimento algum

De historia grega a aventuras de Ogum

Ou a ficção de um pirata engraçado

Com a garrafa de rum

«zum zum zum», capoeira mata um, ou mata mil

Chibatadas marcadas nas costas do nosso brasil

Ao contrário das estátuas nós podemos nos expressar

Ao contrário das estátuas nós podemos nos libertar

Se quiser se libertar, então não marque toca

Evite cultivar merda, pra não sair da sua boca

Tenha expressão própria, mas sem virar cópia

De qualquer idiota, que apareça aqui

Trace sua rota, verdade sem lorota

Mano cai pra dentro, mostra teu talento

Busque liberdade pra tudo fluir!

Não vire uma estátua não, ator sem interpretação

Parado como a multidão, nunca vai emergir

Se levante, se destaque, seja puro

Que o templo mais seguro é a mente de um mc

Porque amadurecer é diferente de crescer

Droga, bebida e sexo é bom, mas tu pode morrer

A vida não dá borracha pra apagar o que escrever

Aprenda a caçar nessa selva pra não se fuder

(Refrão)

Estátuas reais são pessoas banais

Como objetos sujos numa estante

É que bastante conhecimento

Derruba por dentro os ignorantes

(Alexandre Devil)

Então chegou pra colar

Mas tava desinformado

Começou a rachar, não bati

Mas espanquei no versado

Então cata os cacos pelo chão

Já que a teoria falha a realidade não

Eu não to pra caô de vacilão

No passo a ideia eu passo é com o Mic na mão

E sei que o mundo vai bater em quem não suportar

Um dia desse vi uma estatua apanhar

A rua insistiu dizer, e cê não quis escutar

A aparência vai fazer vários se precipitar

Eu aprendi que é foda, e que se de mole roda

Vai rolar a lagrima

Cegos, surdos vão aplaudir

Vou ver, ouvir e me afastar

Saravá, deixa eu caminhar

Que eu não to pra colar de fato

Entre cobras e leões, um rato

Midas vagabundo, sempre dando um trato

Já que vale ouro a verve

E a cabeça não se perde

Talentos não se medem

Desejos se concedem, Mas!

Loucos costumam sempre dizer a verdade

Eu to pra fazer rap, essa é a realidade

Então deixa as estatuas chorar

Deixa as estatuas rachar

Muda os flow pra baquear

Aprendi, escrever, sutil viagem

Nasci, o que ser será da vil

Malandragem vem com nós, evoluir

Mostrar que se tem que rir

Pra não chorar, pra não chorar

Eu canto a paz de jáh

O jáh jáh me ensina a nadar

Pra eu não me afogar em tanta lágrima

(Refrão)

Estátuas reais são pessoas banais

Como objetos sujos numa estante

É que bastante conhecimento

Derruba por dentro os ignorantes

(Lucas Jonsu)

Poesia relatando o dia a dia

Enquanto alguma estátua chora outras sorriem

Boas ideias permitem

Não tema, tenha ousadia, atitude e disciplina

Sorte na correria e vamos vivendo a vida

Paralisadas estadias não se movem e não criam

A realidade é que criticas são sempre bem vindas

Bota o beat pra fluir, jonsu ras the mc

Charles o rei pra produzir, mais uma pedra pra esculpir

Observam sua vitória e querem forjar maldades

Eu só quero produzir e ficar bem à vontade

Os que citam «paz e amor» devem tomar cuidado

Pois esquecem da justiça

Que é o que desmascara o errado

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