Chuva Ácida - Criolo

Chuva Ácida - Criolo

  • Rok wydania: 2016
  • Język: portugalski
  • Czas trwania: 3:00

Poniżej tekst piosenki Chuva Ácida , wykonawca - Criolo z tłumaczeniem

Tekst piosenki „ Chuva Ácida ”

Oryginalny tekst z tłumaczeniem

Chuva Ácida

Criolo

Peixes mutantes invadindo o congresso

Vomitando poluentes com o logotipo impresso

«B» e «R», quem é do mangue não esquece

As vítimas perecem, as famílias enlouquecem

O caranguejo gigante decepando seus corpos

Aniquilar suas famílias, jogá-las aos corvos

Garças bizarras movidas a óleo, sem dó e sem dor

Bicando seus olhos, sobrevoando em campos

Uma seleção de mortos, pensamentos mórbidos (não)

Realidade, carne e ossos

Enquanto ser humano, eu vou destruindo o que posso

O elevador aqui só desce, o demônio é meu sócio

Abriram, uh, a caixa de Pandora

Simon diz: saiam agora

A chuva espalhando, todos os mares

Ai ai, uiui (uiuiuiui), ai como isso arde

É bateria de celulares, césio, similares

A peste invisível maculando os ares

Mercúrio nos rios, diesel nos mares, o solo estéril, é já fizeram sua parte (uh)

Ó, e salvem o planeta, papelzinho de bala no chão, tio, é muita treta

O sádico monstro está à frente

Sai do círculo vicioso e recicle a sua mente (vamo estudar, pô)

Minha rima é voraz, árdua e quente, o crioulo aqui é doido e os planos são

dementes

E o futuro é num piscar de olhos, cê ta sabendo?

(olha ali ó)

Fulano ali ta derretendo

Eles ficam assim, olhando pra mim

Terceiro setor, vem que tem dindim

Vendem a idéia de que são legais

Nadar de costas, vai, jacaré abraça

Num universo de horrores, tuberculose, câncer, tumores

Chagas que a prata não repara

Vidas cujo o respeito não viram nada

O homem sendo a imagem da besta

Crack é fichinha, estão destruindo o planeta

Em breve nascerão vacas sem tetas

Nos cafezais, milharais, a praga dominando a colheita

A água que é pouca sumirá totalmente

Suas sacolas de dinheiro não comprarão seu copo de aguardente

Porque destruiram a cana, que adoça os doces, que adoça o amargo da vida

Olhar em volta e ver tanta burrice reunida

Vamos parar com isso, aprender sobre a coleta seletiva de lixo

Arqueólogos, geólogos, antropólogos, ah, façam parte dos nossos

Respeito e instrução ao povo para dizerem: «Sim eu posso, sim eu posso,

sim eu posso»

Senhores do orgulho, arbutres comerão suas tripas no entulho

As nuvens vão se formando, as gotas deteriorando, são as pernas quentes da

morte aos poucos, aos poucos, aos poucos nos carregando

Eles ficam assim, olhando pra mim

Terceiro setor, vem que tem dindim

Vendem a idéia de que são legais

Nadar de costas, vai, jacaré abraça

Nadar de costas, vai, jacaré abraça

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