A Diferença - Barros

A Diferença - Barros

  • Rok wydania: 2019
  • Język: portugalski
  • Czas trwania: 4:31

Poniżej tekst piosenki A Diferença , wykonawca - Barros z tłumaczeniem

Tekst piosenki „ A Diferença ”

Oryginalny tekst z tłumaczeniem

A Diferença

Barros

A diferença do frio e o natural

É a mesma da alma e o carnal, paciência e.

Consciência onde é a permanência

Da desilusão, nos encontramos sem razão

Mal são as coisas que te tiram de si

Mas pior é não ver as pequenas, o óbvio

Jesus dava parábolas e entendiam

Ele não precisava em si ser lógico

O pódio é o que todos inventam

Ou seja, existem imaginações tamanhas

Mas não se pode esquecer que.

Sempre haverá montanhas atrás de montanhas

Nada já nasce ganho, tudo se ganha

Num mundo onde encher o ego.

É melhor do que a banha

Mentira ecoa muito mais que eco

Não pense em ecológico, não acredite

Nós «memo» destruiu a terra

Enquanto ela berra, o que nós permite

O ciclo só se renova, não se encerra

Serra serrador, cortou a árvore do produtor

Se cair vai machucar, vamos morrer.

Sem exitar, pelo o que podíamos evitar

Plantas e vulcões, tipo não se tocam

Meu coração em ti é tipo roupa gasta

Todo o tempo que passei e fiz por ti, sorriso

Hoje desbotam, e não bota romântico nisso

A vida é uma folha em branco que colorimos

Com cores rimos, com arte rimo

Pros bico rino… plastia, pessoas de plástico

Latia, achavam graça quando lá não tinha

Simples, diversão tipo sátira

Futuro sem atirar, com uma pá de ideia

Cultivei, flor desabrochou, vivo nela

Bela, más são as celas, cenas velhas

Cavalo branco de Napoleão não tinha cor

Já que… antigamente era preto e branco

Mas pelo menos eram só nas fotos, valor

Hoje são nas mentes e no famigerado amor

Cor que «Paint» não pinta, pega a cinta

Hoje tu leva uma surra, senhor da…

Engenhosidade burra, tu é ogro e «nóis» urra

É tempestade, choro é chuva

Lua é o grito, mostrando que luz ainda há

Dizendo vá já, antes que jaz vá

Pensando bem, pra que?

Se meu epitáfio não é o que cês vão ler

Rico de conhecimento, mas no bolso pobre

Governo entende: «então me cobre»

Nobre, caio na real, nos ensinam chacina

Chega a ser cômico, trágico como isso rima

Alcanço o céu, papai noel, telhados

Chaminé, caio do céu, fogo pra todos lados

Fardos, encontro lares em tantos lugares

Mas o que quero é nos ares

O sol bate, nos alimenta, mente cresce

Ferramenta de prece, realidade reverte

Quando se entende, vente e ideia varrida

Continuamos inertes dessa briga

A paz não chega, e os seres são instintos

Humano burro, ainda diz que foi por instinto

Finto, fita louca

Devia é passar fita na tua boca

Sopra a vida, emane amor, nova safra

Mais um louvor, tô inteiro

Com corpo cheio do senhor

A luz no fim do túnel, repleto de ilusão

Confusão nas vossas mentes, ressurreição

Não entrei no túnel, fiz meu caminho (um só…)

Não tolero, se for pra esperar morrer

Com as próprias pernas me atropelo

Pão sobre a mesa de cada dia, vazia

Quem enfeita a vida é você, incerteza

Se o amanhã virá ou não, gosto sutileza

Paladar tirolesa, não tira a lesão

Difícil atravessar uma barreira

E aparecer mais três

Tem uns que falam: «que coragem de vocês», solto o riso

Não precisa ter coragem pra fazer o que é preciso

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