Tempos de Miúdo - Ace, Dealema

Tempos de Miúdo - Ace, Dealema

  • Rok wydania: 2011
  • Język: portugalski
  • Czas trwania: 5:03

Poniżej tekst piosenki Tempos de Miúdo , wykonawca - Ace, Dealema z tłumaczeniem

Tekst piosenki „ Tempos de Miúdo ”

Oryginalny tekst z tłumaczeniem

Tempos de Miúdo

Ace, Dealema

São tudo memórias…

Guardamos histórias …

Sintoniza a nostalgia, classe de 76

A vida gira, ao som do gira-discos saía magia

O verão era mais quente, 3 meses de inferno

No meu tempo, as poças de água congelavam no Inverno

A pobreza na infância passa ao lado

Não havia internet, havia a rua, o facebook era humano

Não esqueço o paladar do meu primeiro beijo

O meu primeiro peido em grupo, todos a grizar com o cheiro

Em putos construíamos cabanas com entulho

Imaginação e sonho no seu estado mais puro

O S. João no bairro, brincadeiras perigosas

Ia à guna no eléctrico para a praia de Matosas

Bmx, primeiro grande terno, grande queda

Conhecer a música foi fácil, ela estava à minha espera

Escorregava monte abaixo, sentado em papelão

Velha escola, a nova escola, como o fizz de limão

Sim, eu quero reviver os bons momentos

Sentir o calor na pele dos dias solarengos

Entrar na máquina e regressar no tempo

Correr pelo recreio ao sabor do vento

Sim, mantenho viva a criança em mim

Com estas memórias todas que não têm fim

Enquanto o vinil não pára no gira-discos

Quem me dera ter feito nalguns menos riscos

Sim, horas a fio a jogar com o meu primo

Risk ou monopólio enquanto afino

O leitor ZX sprectrum 48K

Logo pedalo na Bmx mais uma etapa

Sim, os olhos brilham como berlindes

Sorriso nos lábios porque a vida é simples

Dizia muitas vezes que não queria ser adulto

Acho que decidi que iria pra sempre ser puto

(Agora)

São tudo memórias, de tempos que não voltam mais

Guardamos histórias que nos esquecemos jamais

É tudo passado, aquilo que fomos

Mas se não sabes de onde vens, não sabes pra onde vais

Cresci algures entre uma cave num ilha e uma casa térrea

Entre a névoa colori túneis, passeios na linha férrea

No meu lar doce lar, a incrível Serra do Pilar

Subo e volto de novo ao mosteiro, pra me poder inspirar

Era um puto com um sonho, mas hoje sonho em ser um puto

E voltar atrás no tempo, não ter de conhecer o luto

Voltar às rondas de escondas naquela rua de trás

E girar com os medalhões com grandes símbolos da paz

Campeonatos de futebol?

Nós ditávamos as regras

Queimados pelo sol no velho campo do Bairro das Pedras

Descíamos telhados, tal e qual ninjas na película

Pra roubar castanhas nas traseiras da Real Vinícola

Bandidos especialistas no assalto à fruta

A ver se resulta, fazíamos de conta que não tínhamos culpa

Fizemos bestas de cruzetas, carrinhos de rolamento

Ski na rua em persiana, maluqueiras doutros tempos

Eu quero ver-te feliz, como no dia em que me deste à luz

Memórias de criança, doces lembranças, enquanto carrego a minha cruz

Tudo aquilo que eu te fiz passar

Eu sei, mãe continuo-te a amar

Tanta luta, tanta pressão

Pra ser alguém na vida e dar a lição

És um exemplo para mim de força e amor sem fim

Dias a fio, nem tinhas sossego

Nem dormias com dois empregos

Fizeste tudo por mim, não me esqueci

És das pessoas mais fortes que eu conheci

Sim estou a falar para ti… Mãe

(Agora)

São tudo memórias, de tempos que não voltam mais

Guardamos histórias que nos esquecemos jamais

É tudo passado, aquilo que fomos

Mas se não sabes de onde vens, não sabes pra onde vais

Inne utwory tego artysty:

Nowe teksty i tłumaczenia na stronie:

Ponad 2 miliony tekstów piosenek

Piosenki w różnych językach

Tłumaczenia

Wysokiej jakości tłumaczenia na wszystkie języki

Szybkie wyszukiwanie

Znajdź potrzebne teksty w kilka sekund